Aprenda a fazer um espaço de estudo em sua casa - Guia do Estudante
O link acima direciona ao site do Guia do Estudante, da Editora Abril. A reportagem ajuda os estudantes a organizarem o espaço de estudo, melhorando assim o rendimento e a concentração. Mesmo para quem já sabe de "tudo isso" (como eu sempre acho e falo, essa mania de falta de humildade - que fique claro: isso só acontece às vezes, rs.) é sempre bom ler e ouvir mais uma vez, para que você realmente cumpra tudo o que poderá lhe ajudar a progredir e não esqueça. Por exemplo, eu já sabia e sempre ouço todas aquelas dicas, porééééééééém...
1. Meu lugar de estudo é na sala durante o dia e a madrugada e no quarto durante a noite, mas isso não interfere muito, pois não tem muito movimento por aqui.
2. Acho que está faltando uma cadeira mais confortável...(mas também, se for muito confortável da vontade de dormir, melhor uma mediana mesmo!)
3. Bom, meus livros, apostilas e diversos materiais de consulta ficam facilmente disponíveis, na estante (são muitos!), só que de qualquer forma tenho que interromper os estudos caso precise de algum outro e ir até o quarto, pois eles não ficam na "minha sala de estudos".
4. Confesso, meu celular atrapalha às vezes. Tem dias que é um "toca-toca" frenético.
5. Tenho 3 pastas-sanfonas: do terceiro ano, do primeiro ano de cursinho e, agora, do segundo ano de cursinho...no entanto...as fichas-resumo ficam um pouco espalhadas...
6. Limpeza e arrumação é comigo mesma!
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Também fiz alguns testes no site, já que lá tem-se a certeza de que o trabalho é sério. Fiz o teste da tensão pré-vestibular no ano passado, deu sinal vermelho, que seria bem vinda uma ajuda psicológica! Hoje fiz novamente, deu sinal amarelo. Bom, diminuiu um nível de estresse, mesmo assim ainda é alto e, pra mim, inevitável. Sempre fui ansiosa, nervosa, estressada, (birrenta e mandona também) desde pequena. Lógico, sempre há formas para mudar algo que está errado ou te prejudicando, e foi com essa intenção que criei o blog ano passado, depois de ter feito o teste, portanto, acho que é mérito do blog eu ter diminuído um nível, ou, pode ser que seja a época que estou refazendo, ainda no início do ano...
De qualquer forma, é interessante nos avaliarmos de vez em quando, analisarmos onde erramos, onde acertamos e o que pretendemos para o futuro. O teste me abriu as portas da autoavaliação. Não é fácil você aceitar que está errado. Não é fácil mudar de postura. Sendo assim, devemos sempre saber e ter em mente que a luta por aquilo que almejamos não estará livre de obstáculos, como também devemos estar cientes de que enfrentá-los é o mínimo que podemos fazer para comemorarmos a vitória da conquista dos nossos objetivos no final de toda essa ladainha.
Então, comecei a mudar meus hábitos essa semana, de "volta ao cursinho" e à rotina de estudos. Tentei encontrar o que fiz de errado nos dois últimos anos e o que fiz de certo, mudei (ou estou mudando) o que estava me comprometendo. Tudo em prol da realização dos meus sonhos, no máximo até o fim de 2011. Ah! Sem contar nas ajudas exteriores que recebo e fazem um bem danado, tais como família, amigos, pessoal do cursinho e mais um monte de coisas que leio e ouço por aí...
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Não comentei por aqui, mas meu (ex) professor de redação acertou em cheio a proposta de redação da segunda fase do vestibular da UFG, como acontece em praticamente todos os anos, inclusive nas 2 últimas edições do ENEM. Palmas ao célebre porfessor Wellington!
O tema da federal foi: "Fantasia: força motriz e/ou força alienadora?" - Praticamente o mesmo tema daquela redação que eu publiquei aqui, falando a respeito de sonhos e fantasias!
Depois desse "resumo" nada melhor do que voltar aos estudos!
Bom domingo e ótima semana a todos que por aqui passarem!
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A porta do lado
Gostaria de esclarecer que o texto a seguir não é de minha autoria, encontrei-o na contra-capa (com ou sem hífen? fiquei na dúvida, rsrs) de uma revistinha "coquetel" super antiga guardada na estante de livros da minha casa. Para quem acredita em destino, pode ter sido ele agindo. Para quem acredita em coincidências e coisas do gênero, foi uma grande coincidência. Independente disso, o caso é que esse texto caiu na hora certa em minhas mãos e fez-me muito bem, espero que assim também seja para quem o ler.
Ah! Na revista não tinha indicado o autor do texto, e como não tive tempo de pesquisar, informo mais tarde!
Ah! Na revista não tinha indicado o autor do texto, e como não tive tempo de pesquisar, informo mais tarde!
“As pessoas têm um nível de exigência absurdo em relação à vida. Queremos sempre que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.
‘É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga de estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o resto do seu dia. Eu acho que essa história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.
Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá errado para eles? Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença. O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote. Que ‘audácia’ contrariá-los! São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga e não deixam barato. Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente: o mundo versus eles.
Eu entro muito pela outra porta, e ás vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemas podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça...Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco pra tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado. Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a ‘porta do lado’ e vou tratar do que é importante de fato.
Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado. Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia. Use a porta do lado e mantenha sua harmonia.’
Lembre-se, o humor é contagiante – para o bem e para o mal – portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria. A ‘porta do lado’ pode ser uma boa entrada ou uma boa saída...Experimente!”
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Qual o futuro que queremos?
Não sou muito fã da Revista Veja (link) devido a sua clara tentativa de manipulação de mentes. Aos olhos de alguns posso até estar errada, mas é assim que eu a vejo. Se o leitor não for uma pessoa crítica com capacidade para formar opiniões próprias será sempre aquele “revolucionário leitor da Veja”, que terá opiniões de acordo com as ideias que a Revista deseja que os outros tenham em prol dela mesma – principalmente no que diz respeito a temas políticos. Porém, não tiro dessa revista os devidos méritos, sempre aborda temas polêmicos, as entrevistas das páginas amarelas são de grande interesse e outras abordagens muito bem feitas. Ao dizer que não sou muito fã, não quer dizer que eu não leia, ao contrário, sempre que posso leio, sem contar que é preciso ter acesso a todos os tipos de informações, manter-se sempre atualizado, etc. e por isso faço a crítica.
Repetidamente friso a questão educacional do nosso Brasil, que não é grande coisa. E nas duas últimas edições da Revista Veja me deparo com ótimas reportagens e crônicas a respeito da mesma. Lya Luft, Gustavo Ioschpe, J. R. Guzzo e Cia fazem belíssimos trabalhos quando a questão é revelar a população o caminho que nosso país está seguindo para que ajam melhoras. É fato que o Brasil poderia estar bem melhor classificado no quesito educação se maiores investimentos, bem canalizados, fossem feitos, se os políticos deixassem de se preocuparem consigo mesmos e o próprio bolso e parassem de desviar dinheiro público, se a população deixasse essa inércia de lado e fosse reivindicar melhorias e a garantia de que os direitos se cumpram, enfim, se toda a sociedade se preocupasse com o futuro da nação e das pessoas que constroem e fazem parte dessa nação.
Raros são os exemplos de pessoas que são capazes de agir e mudar algo no campo educacional. Admiro quem se dispõem a enfrentar inúmeros obstáculos para a promoção de mudanças que tem por finalidade beneficiar um todo. E também por conta disso fico preocupada que mais pessoas não o fazem. Será que lhes faltam motivos para agir em busca de melhorias para o “País de Todos”? Creio que não, diante de tantas notícias, dados numéricos e etc que nos são lançados diariamente mostrando os rumos da nossa educação. E, por sinal, não são somente as escolas públicas que possuem problemas grotescos, muitas escolas privadas também fazem parte de estatísticas nada satisfatórias. Ou seja, quem pensa somente nos filhos bem educados com apoio de escolas particulares não deve ter problemas com funcionários ou secretários vindos de escolas públicas com dificuldades em leitura e contas básicas, não é mesmo? Indico a vocês a leitura dos textos dos 3 autores já citados (Lya Luft, Gustavo Ioschpe e J. R. Guzzo) da última edição da Revista Veja (edição 2196).
Faço das palavras de J. R. Guzzo as minhas: “Tudo já muda completamente de figura, porém, quando se constata que 50% dos brasileiros não conseguem entender um texto simples de leitura, e 70% não são capazes de resolver questões primárias de matemática. Ou seja: diante de conhecimentos elementares, e sem os quais fica impossível ir um pouco adiante em qualquer atividade, estão na mesma situação de ignorância sem esperança experimentada pelo leitor no teste sugerido acima. Não se trata de um ou outro caso isolado; estamos falando, aí, de dezenas de milhões de cidadãos.”
“Sua maior aspiração possível é chegar, talvez, à ‘classe C’, que no momento deixa tão deslumbrados os cientistas políticos, economistas em geral e diretores de marketing. A cada notícia sobre o aumento da ‘classe C’, cada vez mais admirada por quem não precisa viver nela, o Brasil que pensa, influi e decide se enche de satisfação e dá o problema social do país por praticamente resolvido – ou garante que ‘estamos no caminho certo’. É óbvio que estamos no caminho errado. Como poderia ser o caminho certo, quando metade da população brasileira não entende o que lê?”.
E quanto a crônica da Lya nem vou comentar, sou uma fã dela, admiro demais o trabalho dela e está imperdível a última na Revista. Bem como a reportagem do Gustavo Ioschpe.
Gostaria também de dizer que embora eu ache que a revista tem mais espaço para publicidades e propagandas do que reportagens, ultimamente têm aproveitado bem os espaços com bons textos para leitura. Inclusive admiro o trabalho com a edição especial dessa semana, com uma revista exclusiva sobre sustentabilidade, otimizando a idéia de que é possível construirmos – ou reformarmos – um mundo melhor, em que riqueza, evolução, tecnologia, desenvolvimento, sejam compatíveis com o limite e o suporte da natureza. Enfim, confirmam o pensamento de que a sustentabilidade é possível sim, basta querermos e darmos o ponta pé inicial.
Também indico a leitura da "Carta ao Leitor" dessa última edição. Mais um crítica bem vinda aos nossos homens públicos, em decorrência do "pequeno" aumento salarial deles. Eu fico absurdamente indignada com isso tudo que se passa por aqui, no Congresso, na Câmara, na Presidência e na população apática que temos. É sério, eu fico com muita raiva no rumo que nossa política toma, no fato de que ninguém faça nada para mudar, ou ao menos tentar, e continuam resignados, milhões de resignados espalhados Brasil afora. Sem sombra de dúvidas esse é um grande erro que cometemos, e mais, sofremos as consequências e não nos importamos, apenas reclamamos numa fila de banco, numa reuniãozinha com os amigos e logo nos "esquecemos, viramos pro lado e dormimos" tranquilamente. Não concordo de forma alguma com essa situação, mas o que uma pessoa sozinha pode fazer para mudar um país inteiro? Pouca coisa, ainda mais quando grande parte dos que terião maiores possibilidades, chances de promover mudanças também tem o rabo preso nos esquemas ilícitos de grande parte dos políticos. Na República Democrática em que vivemos quase nada de democracia encontramos, e assim vamos levando, como se fosse tudo mil maravilhas.
Estamos presenciando, de acordo com os dados, o quanto o Brasil está progredindo, o quanto o Brasil terá um grande futuro, se transformará numa potência mundial. Mas, e principalmente, também estamos presenciando o nível catastrófico educacional, as calamidades da saúde pública, os desastres e a falta de infra-estrutura, a "qualidade" - se é que existe - dos nossos representantes no poder público com suas "bem feitorias" - em favor próprio. Num país repleto de riquezas, de natureza e paisagens inigualáveis, de uma boa economia, nem mesmo políticas ambientais são levadas a risca - isso, quando se tem as políticas ambientais, abrindo margem para que outros países "colonizem" o que já é nosso patrimônio. Diante desses fatos estamos realmente regredindo, de educação a políticas ambientais vamos de mal a pior. Mesmo que muito já tenha melhorado, tem muito mais na fila para que também seja melhorado. Até quando iremos suportar esses inúmeros "erros" calados, silenciosamente, submissos e dando carta branca para que os parlamentares façam o que bem entenderem? Qual o futuro que estamos construindo? Qual o futuro que estamos planejando? Qual o futuro que realmente queremos?
Lembrei-me de um trecho que li em algum lugar, mas, como percebe-se não lembro o lugar, nem mesmo o autor, quem souber, só informar. Diz assim: "Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso. O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."
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